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22/04/2020 Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente
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Administração de Ipê pede a população que racione a água

Em vídeo divulgado nas redes sociais no dia de hoje, 22, o prefeito municipal de Ipê, Valério Marcon, solicitou a população que racione a água devido a estiagem.

Em vídeo divulgado nas redes sociais no dia de hoje, 22, o prefeito municipal de Ipê, Valério Marcon, solicitou a população que racione a água devido a estiagem que acomete o município desde o final de dezembro. O prefeito salientou que a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente com o apoio da Corsan, estão levando água potável para algumas famílias do interior há meses.

Porém, se não ocorrerem chuvas nos próximos dias é possível que a Corsan faça um sistema de racionamento no município. Por isso o apelo a população que racione a água. Não é hora de lavar o carro, lavar calçadas, lavar telhados, encher piscinas ou tomar banhos longos. É hora de evitar todo consumo desnecessário de água, e preservá-la para o que realmente importa.

O prefeito anunciou também que está sendo contratada uma empresa para perfuração de poços. Será aberto um poço para atender as comunidades de Nossa Senhora das Dores, São José e São Francisco, outro na Linha Brasília e São Vicente e outro no Distrito de São Paulino.

Ipê decretou situação de emergência no dia 16 de março, através do decreto nº 1.292/2020 que já foi reconhecido pelo governo estadual e pela união. Nesse período até ser decretada situação de emergência foram investidos em torno de R$ 120 mil em ações de combate a estiagem. Além da falta de chuvas, o município vem sofrendo com a elevação da temperatura e a massa de ar seco cooperando para a evaporação acentuada das águas de fontes, arroios, rios, bebedouros e açudes e consequentemente afetando a dessedentação de animais e várias famílias com falta de água potável, os recursos hídricos, bem como as diferentes formas de vegetação.

Todo interior do município está afetado, com perdas substanciais e irreversíveis na agricultura e pecuária aproximando-se dos R$ 45 milhões, além da preocupação constante com falta de água para consumo humano, inclusive com alguns poços artesianos secando ou diminuindo substancialmente a vazão.

 

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